Avançar para o conteúdo principal

Ui, que contente fiquei....


Ainda hoje começamos a trabalhar, e o trabalho dele, já fez o favor de mo roubar...

Já o enfiou num avião, e só mo devolve daqui a três dias, por alguns momentos... para logo a seguir mo roubar mais dois (até ver...), porque ainda arranja maneira de lhe arranjar trabalho para o fim-de-semana!

Estou muito contente! Ora se estou!
Pior do que uma barata, é ser simpática!
É incrível, como os outros têm o poder de alterar a nossa vida!
Põem e dispõem, a seu belo prazer! E os outros que se amanhem...
Porque se dispõem do tempo dele, também interferem no meu!!!

Será que conhecem o conceito: - VIDA PESSOAL E PRIVADA!? ou FAMÍLIA?
Eu já pedia para avisarem com antecedência! Mas não, é no próprio dia, que é para nem ter tempo de pensar!
Faz a malinha, apanha o avião e caladinho!
Incha!!!

Não querendo baixar o nível, estou lixada, com F grande!
Mas o que podia ele fazer?
Nada, bem sei!

Mas que culpa tenho eu?
Nenhuma!

E considero, que tenho o direito de ficar chateada. Ah pois tenho! E fico. Porque não consigo deixar de estar...
De que me serve?, de nada, porque a esta hora, já ele aterrou em Paris.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Sinto falta de um abraço...

Hoje foi talvez o dia mais difícil desde que estamos em estado de emergência com isolamentos, quarentenas e afins! A minha menina fazia 8 anos! Já tínhamos reservado um espaço para lhe fazer a festa, com os convites já feitos, lista de amiguinhos, ía ter pinturas faciais, piscina de bolas, fatos para se mascararem, várias atividades, bolo do Snoopy, etc. Quando percebemos o andar das coisas, ainda antes da escola fechar, percebemos que não iria haver festa. O Coronavírus não ía deixar. Cancelamos. Optamos por deixá-la com a minha mãe, porque tanto eu como o pai temos que continuar a trabalhar e não podíamos arriscar a vir para casa contaminados, estar com ela e ela contagiar a avó. No dia 16 de março de manhã, despeço-me dela à porta da minha mãe com o último abraço, um beijinho meio a medo, dado na cabeça e sigo para o trabalho de coração desfeito. Sem saber quando a poderei voltar a abraçar. Choro todo o caminho e sinto que vou para a guerra. Sinto-me impotente perante um inimigo inv...

Vida depois da morte...

Doar o meu corpo à Ciência!!! Tenho esta ideia há muito tempo, mas só hoje tratei de tudo... Talvez porque hoje se assinala mais um aniversário da morte da minha prima. Tinha 29 anos, acidente de mota e fim!!! Acabou tudo de repente e abalou para sempre as nossas vidas. Um primo do outro lado da família morreria passados 6 meses, do mesmo modo. É claro que ninguém pensa no que se quer que se faça depois da morte, aos vinte e tal anos!!! Nem aos trinta e nem aos quarenta. Mas a Morte é o que todos nós temos como certo. Espero estar a meio da minha vida. Espero morrer velhinha, cheia de rugas, gaiteira e ter desculpa para comer Nestun (ou cerelac) todos os dias, mas ninguém sabe o que nos espera... Lido com a Morte há demasiado tempo. Comecei cedo demais. Aos 22 anos a cuidar de corpos sem vida, ainda quentes, acabados de morrer!  Era demasiado nova... Claro que depois queria era desanuviar e ir dançar uma noite inteira para me esquecer. Não result...

Crianças que não fazem birras

Cada vez me apetece mais escrever, tenho mais ideias a fervilhar na cabeça, mas menos tempo para as vir aqui escrever. Também tenho cada vez mais coisas que quero ler! A cabeça anda a mil, e o corpo não acompanha e ressente-se da falta de férias e de paz! A piolha não tem sido fácil de aturar e na semana passada, depois de uma birra fenomenal, comprei um livro que já me tinha chamado a atenção, "As Crianças Francesas Não Fazem Birra" de Pamela Druckerman, e estou a adorar! No site da WOOK dá para ler o início do livro! Além de educativo, é engraçadíssimo! A escritora é uma americana que foi viver para Paris e notou que as crianças francesas não faziam as mesmas cenas que os filhos das suas amigas americanas! Que a vida dos casais franceses não se focava exclusivamente em satisfazer os caprichos dos seus "enfants"! Que era possível ter conversas civilizadas junto de crianças que se entretinham a brincar sozinhas em vez de estarem permanentemente a puxar a saia ...