Avançar para o conteúdo principal

Anedota da melancia!!!

Mandaram-me esta anedota por email.
Ainda tenho amigos queridos que não têm Facebook e me mandam montes de vídeos, PowerPoint's e textos engraçados.
Ainda não parei de rir com esta...
Acho que também me cortariam o pescoço!
Ahahahahahaha

ANEDOTA: :D :D :D :D :D :D


Três pessoas sobreviveram a um naufrágio: um português, um americano e um brasileiro. Eles nadaram, nadaram, nadaram, até que chegaram a uma ilha.

- IUHUUUU!!!! Uma ilha! Estamos salvos!! - gritaram.

Logo que chegaram à tal ilha perceberam que a mesma era habitada por nativos pouco amigáveis. Então, foram conversar com eles:

- Olá, somos sobreviventes de um naufrágio. Poderiam ajudar-nos?

- Não, vocês não podem ficar aqui.

- Mas, por favor... deixe-nos ficar... nós vamos morrer se vocês não nos deixarem ficar aqui!!!

- Tudo bem... tudo bem... mas para ficarem na ilha cada um dos três tem de ir ao mato e trazer duas frutas!!!

Então, os três imbecis foram atrás das frutas...

O primeiro a chegar foi o americano, com uma ameixa e uma uva.

Então o nativo mor disse:

- Agora, coloca as duas frutas no cú. Se rires morres!!!

O americano pôs a ameixa... e tudo ok. Colocou a uva... e riu-se... Teve o pescoço cortado!

Mais tarde veio o português, com uma maçã e uma laranja e o nativo mor fez o mesmo discurso...

- Se rir morre!!!

O português, no sacrifício, colocou a maçã. Na hora da laranja ele se matou de rir e teve o pescoço cortado.


Mais tarde, os dois se encontraram no céu e o português disse ao americano:

- Então? Também te riste, não foi?

- Pois foi, a uva estourou quando eu tava a colocá-la... fez cócegas e eu não aguentei e ri... E tu?

- Eu fiz um tremendo sacrifício para pôr a maçã mas, quando tava a colocar a laranja, vi o brasileiro a chegar com um melão e uma melancia!!!



Comentários

Mensagens populares deste blogue

Sinto falta de um abraço...

Hoje foi talvez o dia mais difícil desde que estamos em estado de emergência com isolamentos, quarentenas e afins! A minha menina fazia 8 anos! Já tínhamos reservado um espaço para lhe fazer a festa, com os convites já feitos, lista de amiguinhos, ía ter pinturas faciais, piscina de bolas, fatos para se mascararem, várias atividades, bolo do Snoopy, etc. Quando percebemos o andar das coisas, ainda antes da escola fechar, percebemos que não iria haver festa. O Coronavírus não ía deixar. Cancelamos. Optamos por deixá-la com a minha mãe, porque tanto eu como o pai temos que continuar a trabalhar e não podíamos arriscar a vir para casa contaminados, estar com ela e ela contagiar a avó. No dia 16 de março de manhã, despeço-me dela à porta da minha mãe com o último abraço, um beijinho meio a medo, dado na cabeça e sigo para o trabalho de coração desfeito. Sem saber quando a poderei voltar a abraçar. Choro todo o caminho e sinto que vou para a guerra. Sinto-me impotente perante um inimigo inv...

Dias de Mulheres Fenomenais...

Tem sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos... Mas o que é mais importante não muda; A tua força e convicção não têm idade. O teu espírito é como qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada conquista, vem um novo desafio. Enquanto estiveres viva, sente-te viva. Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo. Não vivas de fotografias amarelecidas... Continua, quando todos esperam que desistas. Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti. Faz com que em vez de pena, te tenham respeito. Quando não conseguires correr através dos anos, Trota Quando não consigas trotar, caminha. Quando não consigas caminhar, usa uma bengala. Mas nunca te detenhas!!!. Madre Teresa de Calcutá

Vida depois da morte...

Doar o meu corpo à Ciência!!! Tenho esta ideia há muito tempo, mas só hoje tratei de tudo... Talvez porque hoje se assinala mais um aniversário da morte da minha prima. Tinha 29 anos, acidente de mota e fim!!! Acabou tudo de repente e abalou para sempre as nossas vidas. Um primo do outro lado da família morreria passados 6 meses, do mesmo modo. É claro que ninguém pensa no que se quer que se faça depois da morte, aos vinte e tal anos!!! Nem aos trinta e nem aos quarenta. Mas a Morte é o que todos nós temos como certo. Espero estar a meio da minha vida. Espero morrer velhinha, cheia de rugas, gaiteira e ter desculpa para comer Nestun (ou cerelac) todos os dias, mas ninguém sabe o que nos espera... Lido com a Morte há demasiado tempo. Comecei cedo demais. Aos 22 anos a cuidar de corpos sem vida, ainda quentes, acabados de morrer!  Era demasiado nova... Claro que depois queria era desanuviar e ir dançar uma noite inteira para me esquecer. Não result...