Avançar para o conteúdo principal

Último dia...


Só falta mais uma dia....
...e depois....FÉRIAS!!!!

Em casa, provavelmente, mas são férias na mesma!

O tempo até parece que vai ajudar!

Todos os que tiveram as suas férias em Julho e Agosto, e que já estão com o síndrome da depressão pós-férias, ficam com vontade de ir de férias novamente!

Imaginem como me sinto eu, a trabalhar nesses mezitos, com metade do pessoal de férias, com vontade de ir para a praia, e ter que aguentar! Bem mereço estas férias.

Fui à praia duas vezes, numa choveu, na outra estive lá uma hora!

E eu era daquelas pessoas que começava a ir à praia em Maio, até Setembro. Evitava o Agosto, por causa da confusão!

Mas está a fazer-me muita falta!

Já no ano passado, fui à praia 4 ou 5 vezes, no ano anterior a mesma coisa, e eu necessito de estar em contacto com o mar, a areia, apanhar sol no corpo... carrega-me as baterias!
E as minhas estão quase no fim.

Anseio por poder mergulhar de cabeça num mar, mesmo gelado, como é o nosso, e poder sentir a liberdade de nadar, que só se sente no mar, não há piscina ou rio que transmita essa sensação e energia...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Sinto falta de um abraço...

Hoje foi talvez o dia mais difícil desde que estamos em estado de emergência com isolamentos, quarentenas e afins! A minha menina fazia 8 anos! Já tínhamos reservado um espaço para lhe fazer a festa, com os convites já feitos, lista de amiguinhos, ía ter pinturas faciais, piscina de bolas, fatos para se mascararem, várias atividades, bolo do Snoopy, etc. Quando percebemos o andar das coisas, ainda antes da escola fechar, percebemos que não iria haver festa. O Coronavírus não ía deixar. Cancelamos. Optamos por deixá-la com a minha mãe, porque tanto eu como o pai temos que continuar a trabalhar e não podíamos arriscar a vir para casa contaminados, estar com ela e ela contagiar a avó. No dia 16 de março de manhã, despeço-me dela à porta da minha mãe com o último abraço, um beijinho meio a medo, dado na cabeça e sigo para o trabalho de coração desfeito. Sem saber quando a poderei voltar a abraçar. Choro todo o caminho e sinto que vou para a guerra. Sinto-me impotente perante um inimigo inv...

Vida depois da morte...

Doar o meu corpo à Ciência!!! Tenho esta ideia há muito tempo, mas só hoje tratei de tudo... Talvez porque hoje se assinala mais um aniversário da morte da minha prima. Tinha 29 anos, acidente de mota e fim!!! Acabou tudo de repente e abalou para sempre as nossas vidas. Um primo do outro lado da família morreria passados 6 meses, do mesmo modo. É claro que ninguém pensa no que se quer que se faça depois da morte, aos vinte e tal anos!!! Nem aos trinta e nem aos quarenta. Mas a Morte é o que todos nós temos como certo. Espero estar a meio da minha vida. Espero morrer velhinha, cheia de rugas, gaiteira e ter desculpa para comer Nestun (ou cerelac) todos os dias, mas ninguém sabe o que nos espera... Lido com a Morte há demasiado tempo. Comecei cedo demais. Aos 22 anos a cuidar de corpos sem vida, ainda quentes, acabados de morrer!  Era demasiado nova... Claro que depois queria era desanuviar e ir dançar uma noite inteira para me esquecer. Não result...

Crianças que não fazem birras

Cada vez me apetece mais escrever, tenho mais ideias a fervilhar na cabeça, mas menos tempo para as vir aqui escrever. Também tenho cada vez mais coisas que quero ler! A cabeça anda a mil, e o corpo não acompanha e ressente-se da falta de férias e de paz! A piolha não tem sido fácil de aturar e na semana passada, depois de uma birra fenomenal, comprei um livro que já me tinha chamado a atenção, "As Crianças Francesas Não Fazem Birra" de Pamela Druckerman, e estou a adorar! No site da WOOK dá para ler o início do livro! Além de educativo, é engraçadíssimo! A escritora é uma americana que foi viver para Paris e notou que as crianças francesas não faziam as mesmas cenas que os filhos das suas amigas americanas! Que a vida dos casais franceses não se focava exclusivamente em satisfazer os caprichos dos seus "enfants"! Que era possível ter conversas civilizadas junto de crianças que se entretinham a brincar sozinhas em vez de estarem permanentemente a puxar a saia ...